Anônima transeunte
nem marcas deixam
meus passos
pela rua
e no caminho ouço
eco de passadas
ocas
nuas no chão
Respiro silêncio
quebrado
pela minha pulsação
Nas ruas o muro alto
espreita
encontra-me sua sombra
sombrio vagar
Transporto-me neste poema
de azul traço engarrafado
atirado ao mar
nem marcas deixam
meus passos
pela rua
e no caminho ouço
eco de passadas
ocas
nuas no chão
Respiro silêncio
quebrado
pela minha pulsação
Nas ruas o muro alto
espreita
encontra-me sua sombra
sombrio vagar
Transporto-me neste poema
de azul traço engarrafado
atirado ao mar
Publicado no Céu de Abril, em abril, 14 de 2011



